Bom agora que estou indo embora ficou a duvida do que fazer?!
Pensei em deixar com a Raquel e com a Berna pra que elas continuem falando dos eventos das despedidas dos novos moradores pra que assim o blog permaneça ativo. Porem achei legal a idéia de mostrar o impacto de sair da ilha, o que fazer la fora ??
Mostrar a correria, os projetos a diferença da cidade pra ilha, mostrar a vida das pessoas que ja viveram na ilha e hoje estão na cidade.
Bom falarei especialmente de uma grande amiga que aprendi a respeitar e amar muito durante minha morada na ilha.
Aquela que preserva o parque, que ama como ninguém abrolhos, e que dedica sua vida a preservação não só de Abrolhos, mas do meio ambiente em geral.
É muito fácil amar uma pessoa com energia tão boa, com contato tão intenso com a natureza, essas pessoas são abençoadas.
Hoje foi nosso ultimo dia juntas na ilha, como eu e minha família estamos indo embora, ficara, mas difícil nos encontrarmos, pelo menos em Abrolhos. Mas no futuro quem sabe trabalharemos juntas aqui.
Os dias em abrolhos são pura alegria quando a Berna está presente, ela tem o poder de levantar qualquer um. É incrível Rs.
Aprendi muito com ela, e agradeço a tudo, tudo que ela foi tudo que ela está sendo comigo. Pessoa que ficara na historia de Abrolhos.
Pessoa que levarei comigo, com muito amor pra sempre!
Entre uma visita e outra aprendemos muito com as pessoas que passam por Abrolhos, trocamos historias, experiências, idéias e nos divertimos bastante.
Recebemos a visita do veleiro Planckton, que já esteve em Abrolhos, grandes pessoas a bordo, deixaram conosco um pouco de suas experiências no mar, aquele jeitinho fácil de afastar o enjôo, aquele molejo bacana com o mar.
Com apenas 40 dias, seu filho já navegava, hoje com um aninho, nos “ensina” como andar no veleiro em meio a tantas ondas.
A visita dessas e outras pessoas na ilha são importantes pra nós, ter contato com outras pessoas nos ajuda, nos ensina, passamos a dar valor a coisas que passam despercebidas no dia a dia.
Gente do mar, não muito diferentes, mas diferente de muitas vidas.
Esta noite após uma luta com o sono na tentativa de ler mais um capitulo do livro “LINHA-D’ÁGUA entre estaleiros e homens do mar” de Amyr Klink, adormeci. Acordei por volta das 02h30min da manhã com um calor insuportável e uma escuridão sem igual. Fui ao encontro do quarto dos meus pais, as luzes de todas as casas estavam apagadas porem o farol continuava aceso. A função do meu pai na ilha, alem de encarregado é de mecânico, logo o informei que faltara energia, alguma coisa aconteceu no gerador. Ele levantou e saiu, resolvi sair também e fui presenteada com o mais lindo céu que já pode ver, eu nunca tinha visto tantas estrelas assim. Em pouco tempo avistei quatro estrelas cadentes. Quatro pedidos foram feitos!
Desejei que as luzes não mais voltassem o céu se encarregava de iluminar a ilha, tarde de mais todos os militares já estavam resolvendo o problema da energia, sei que todos que acordaram essa noite foram hipnotizados com as estrelas, em tão pouco tempo presenciamos uma das belezas mais lindas da vida.
Hoje foi um dia lindo, daqueles únicos, meu pai resolveu fazer um churrasco de despedida, bem a cara dele, é incrível a quantidade de amizades que fizemos e é incrível saber que são amizades verdadeiras daquelas que poucas pessoas conseguem ter, Abrolhos é fantástico ate pra isso, para fazer amizades. As pessoas aqui gostam muito da gente, da minha família o que torna a despedida muito mais dolorosa. E eu adoro meus vizinhos hoje meus amigos! Bom é difícil processar que realmente estou indo embora é difícil tentar se afastar das pessoas a fim de desapegar,mas isso acontecer é impossivel, e nem desejo mais fazer isso. Em outras despedidas sofri porem é diferente, eu estava em uma cidade hoje estou em uma ilha, totalmente isolada chega a ser incomparável. Terei que nascer novamente, aprender, voltar à correria da cidade e desejar em meio a tantos planos, tempo pra voltar à natureza ao contato quase extremo com Deus. Esses dias tenho aproveitado tudo, realmente tudo que posso , tenho chorado tenho sentido, tenho me diverditoo muitoo e principalmente tenho amado muito meus amigos. Desejo crescer la fora desejo muito alcançar meus objetivos e desejo muito voltar um dia.
Uma reflexão de charlie chaplin descreve exatamente isso.
Durante a nossa vida: Conhecemos pessoas que vem e que ficam, Outras que, vem e passam. Existem aquelas que, Vem, ficam e depois de algum tempo se vão. Mas existem aquelas que vem e se vão com uma enorme vontade de ficar..
Quando temos que ir abrimos espaço pra novos moradores, é uma coisa boa que a Marinha proporciona pras famílias, assim temos a chance de conhecer lugares lindos tambem. A bela e o Laeth se foram, mas abriram espaço pra Raquel e pro Simplicio, um casal que vai curtir muito a ilha, ama a natureza então ajudaram a preservar esse lindo lugar!
Há um ano recebemos na ilha o Laeth, durante um ano tivemos conosco um casal maravilhoso, grandes amigos que deixaram sua marquinha em abrolhos. Quando chegamos a abrolhos sabemos que um dia iremos embora, essa é a parte difícil de morar aqui. Quando acostumamos a morar aqui e quando temos que nos despedir. Bom a bela e o laeth foram embora, tristes mas felizes fizeram bons amigos e conheceram esse grande lugar. agora chegaram novos moradores que iram viver momentos magicos, como todos nós vivemos!
não pude estar presente na ilha quando o Presidente esteve la, pois estava em caravelas o aguardando para a crianção da RESEX, queria acompanhar tudo de perto.
"Meus queridos moradores de Caravelas,
Amigos e amigas,
Mulheres, homens e crianças,
Bem, este ato aqui, esses decretos que eu assinei, eles poderiam ter sido assinados no meu gabinete e eu não precisaria fazer uma viagem de duas horas de Brasília até aqui, andar de helicóptero uma hora, de Porto Seguro até Abrolhos, com um medo “desgramado”, porque o máximo que eu consigo nadar, se cair na água, são cinco metros, e vir aqui, a Caravelas.
Por que nós estamos aqui? Nós estamos aqui... Eu vou explicar primeiro porque nós estamos aqui, depois eu vou pedir, no final da minha fala – me lembrem –, eu vou pedir um minuto de silêncio pelas vítimas do acidente de avião da Air France, que nós ainda não encontramos os corpos. Aliás, eu vou começar com esse minuto de silêncio. Vamos fazer um minuto de silêncio em homenagem às vitimas do acidente do avião. Muito obrigado.
Eu estava dizendo porque nós estamos aqui em Caravelas. É porque é preciso discutir com mais seriedade a questão ambiental em nossa cidade, em nosso estado e no mundo. Todo santo dia, nós estamos vendo na televisão ou nos jornais que alguma coisa diferente está acontecendo no mundo. Onde fazia muito frio, ou está fazendo mais frio, ou está fazendo calor. Onde chovia menos, está chovendo mais e estão dando as enchentes como deu em todos os estados nordestinos neste verão. Onde chovia muito, fez uma seca danada, como fez em Santa Catarina – metade do estado morrendo por causa da enchente e metade do estado passando necessidade por causa da seca.
Alguma coisa está acontecendo no mundo e nós somos os responsáveis por isso, porque no momento certo nós não soubemos cuidar adequadamente e preservar aquilo que é importante para a própria vida humana. Nós, que habitamos o planeta terra, estamos contribuindo, a cada dia que passa, para que ele seja destruído mais rápido e, quando ele for destruído, nós estaremos destruídos enquanto espécie animal, enquanto ser humano. Não vai acontecer agora, mas pode acontecer daqui a 1 milhão de anos, daqui a cem anos... mas se a gente não cuidar agora, os nossos filhos irão viver em um mundo cada vez pior do que aquele em que a gente vivia quando nasceu, porque a tentação do homem é destruir e não construir.
Por isso que eu vim comemorar esse dia do meio ambiente aqui. Porque eu dizia para o Jacques Wagner: esse estado aqui produzia uma espécie de árvore que quando lá em São Paulo a gente ia casar, o chique do casamento era se a gente pudesse ter um guarda-roupa de jacarandá. Era a madeira nobre daquele momento, e hoje o jacarandá está extinto, como está extinto o pau-brasil, como estão extintas dezenas de outras árvores nobres que nós mesmos destruímos, como estão destruídos alguns rios nossos, como está destruída uma série de coisas que nós mesmos deveríamos cuidar para que a vida da gente não piorasse de qualidade.
Então, discutir a questão climática no mundo hoje é muito importante. Qual é a vantagem do Brasil? Qual é a vantagem da América do Sul? Qual é a vantagem dos países africanos? É que hoje nós temos o que o mundo rico não tem mais, porque para que o mundo rico chegasse a ser o que é hoje, com a riqueza que ele tem, parece que são países carecas, não têm mais uma árvore, e são os maiores emissores de gases de efeito estufa.
Então, hoje a questão climática está exigindo que essas pessoas que há um século não pensavam em meio ambiente, comecem a pensar. Nós, brasileiros, latino-americanos e países africanos, que ainda temos nossas florestas, não podemos aceitar o discurso... Nós não podemos aceitar o discurso simplista deles de que nós temos apenas que preservar. Enquanto eles produzem carros da melhor qualidade, comem da melhor qualidade, têm do bom e do melhor, eles não podem querer que a gente apenas preserve as nossas florestas, os nossos rios, para que eles tenham o oxigênio que eles imaginam que a Floresta Amazônica produz, ou que ela consiga captar o chamado gás de efeito estufa, que pensam que ela... a reserva vai trazer e diminuir no espaço.
É preciso que a gente faça o que estamos fazendo no Brasil. É preciso que os países ricos, que já desmataram toda a sua floresta, comecem a pagar para que a gente preserve a nossa, para que a gente possa melhorar a qualidade de vida do nosso povo, e que ninguém imagine que a Amazônia é deles. A Amazônia é nossa, é brasileira, é verde e amarela. Nós queremos preservá-la, mas nós também precisamos cuidar de 25 milhões de seres humanos que moram lá, que querem ter carro, que querem ter geladeira, que querem ter televisão, que querem ter as coisas que todo mundo deseja ter, e também querem ganhar salário e querem trabalhar.
Então, nós estamos trabalhando para compatibilizar a necessidade da preservação da floresta, das nossas águas e da nossa fauna com a possibilidade de garantir às pessoas que possam viver melhor e com mais dignidade, senão não tem política de meio ambiente.
Minc, nós assinamos uma Resex aqui. Se a gente não garantir que esses companheiros que se levantaram aqui, da pesca – pescadores de mariscos e caranguejos – não tiverem condições de sobrevivência, eles serão os primeiros a destruir. Por que sabe o que acontece? A gente, se não cuidar dele, o ser humano passa a ser o principal animal em extinção do planeta Terra, pela miséria e pela fome, porque é 1 bilhão de seres humanos que passam fome no mundo. Então, é preciso que a gente tenha clareza de fazer essa compatibilização entre a necessidade de preservar e a necessidade de permitir que as pessoas vivam dignamente.
Mas quando a gente quer criar uma reserva, vocês viram a briga que deu para a gente demarcar a Raposa Serra do Sol, aquela terra indígena lá no estado de Roraima. Foram anos de briga. E quem brigou conosco? Zeca arrozeiro. Zeca arrozeiro, que invadiu a terra dos índios... Fizeram tudo o que vocês possam imaginar para que a gente não pudesse demarcar aquelas terras. Finalmente, a Suprema Corte brasileira demarcou as terras indígenas, os arrozeiros saíram, e agora a gente vai poder garantir que os arrozeiros plantem arroz em outro lugar e que os índios vivam tranquilamente no seu lugar.
Aqui, o que nós estamos fazendo? Aí, Minc, outra coisa que é importante explicar, explicar e explicar, porque nós temos três tipos de gente. Nós temos um tipo de gente que às vezes não concorda com uma Resex porque não está bem informado. Então, dizem para ele: “Olha, vai proibir de fazer qualquer coisa na cidade. Não vai mais poder construir nada na cidade. Está tudo proibido”. Ele está desinformado. Então, é preciso a gente informar adequadamente. Tem outros que acham “olha, eu sou contra porque eu sou contra. Eu não acredito nessa história de meio ambiente. É tudo mentira. Chove muito porque Deus quer, faz seca porque Deus quer. Então, não tem essa de meio ambiente, não. Pode derrubar tudo, quebrar tudo, porque não vai ter jeito”. Esse é um ignorante. Nós temos que tratar dele com cuidado porque também ele precisa de informação, ele precisa de informação. Ele não é, não é uma pessoa ruim, é uma pessoa desinformada. Agora, tem outros que utilizam um discurso fácil. Aquele discurso de que: “Olha, fazendo isso, está impedindo o desenvolvimento”. E aí começa a falar. Olha, primeiro, quanto mais a gente preservar, mais chance a gente tem de desenvolvimento, porque hoje, quando um turista quer viajar para uma cidade, ele quer saber se ele tem coisa para ver, coisa nossa. E o que tem acontecido nas cidades médias brasileiras? Primeiro, é o mangue. O pobre vai sendo expulso da cidade e ele vai para a beira do mangue.
Daqui a pouco, ele começa a fazer aterro no mangue e vai fazendo seu barraquinho. Daqui a pouco faz uma palafita. Quando está tudo errado e o pessoal morando em favela, aí chega um rico, compra aquele mangue e faz um grande empreendimento naquele mangue e os pobres sendo escorraçados, para onde? Para beira de um morro ou para a beira de um córrego.
Ora, o que nós estamos dando com essa resex é um direito da cidade de Caravelas e de Viçosa poderem dizer, que nessas cidades a natureza será preservada para que os nossos filhos e os nossos netos possam continuar, se quiserem, a profissão dos seus pais e das suas mães e tirar o seu caranguejo lá no mangue. Porque vocês não sabem o que é enfiar a mão em uma toca para pegar o caranguejo até o cotovelo. E eu até os dez anos de idade, não só pegava caranguejo como pegava... Até esse dedo aqui foi um caranguejo que comeu.
Então, o que nós estamos garantindo aqui é o seguinte: o que tem de mangue, mangue é uma coisa muito importante para a natureza. Mangue é uma coisa importantíssima. Se a gente acabar com o manguezal, a gente muda o tipo de coisa que tem no rio ou no mar, perto do manguezal. Então, nós precisamos preservar. Não é apenas para garantir aos pescadores pescar o seu marisco, pegar o seu caranguejo ou pescar o seu peixe. Não é só para isso, é também para isso. Mas a gente quer que quando um cidadão de classe média de São Paulo ou do Rio de Janeiro ou um professor da USP, ou da Unicamp, ou de Salvador quiser visitar o local virgem, onde está preservado, onde o pedaço de mar está preservado, onde não vai ter poluição e aí eu vou entrar na questão do esgoto, ele vem aqui em Caravelas e fala: Eu fui lá, comi um peixe de qualidade, não poluído, um caranguejo de qualidade, um marisco de qualidade, e aí até vão vender ou em Vitória do Espírito Santo ou o Jacques Wagner vai comprar tudo para levar para a merenda escolar lá em Salvador e daí por diante.
Então, é para isso que a gente está aqui. Para a gente dizer ao povo de Caravelas que nós não estamos fazendo nenhuma coisa que vá prejudicar a cidade. Até porque, se nós tivermos do um lado algum ambientalista radical e tivermos do outro lado um prefeito, era um fazendeiro radical, o governo não estará de nenhum dos dois lados. O governo será o caminho do meio para que a gente encontre uma saída que possa harmonizar a convivência entre as pessoas. Nós estamos caminhando rapidamente para garantir que a preservação ambiental seja uma forma de a cidade ganhar uma pouco mais de dinheiro. Porque nós do governo federal estamos tendo consciência, da mesma forma que a gente está pedindo ao mundo rico que contribua com a preservação das coisas aqui do Brasil, nós temos que ajudar as cidades que vão preservar a ver naquela política de preservação uma renda maior, até para que ele possa cuidar de melhorar a qualidade de vida das pessoas.
Olha, eu fiquei preocupado porque o prefeito e o Wagner começaram a pedir coisas aqui, e eu tenho 6 mil prefeitos e tem 27 governadores, mas eu vou dizer uma coisas para vocês: desde que o Brasil foi descoberto não existe um momento na história do Brasil - o que a gente teve, o tanto de investimento que a gente tem em saneamento básico neste país: desde que o Brasil foi descoberto. Você pode pegar 10 anos em outro governo, você pode pegar 10 ou 15 anos de outros governos que eles não investiram em saneamento básico o que o nosso governo investe a cada ano neste País.
Agora, nós temos coisas absurdas gente. Nós temos cidades como Florianópolis que é uma cidade bonita, de 400 mil habitantes, praia para todo lado, que não tinha saneamento básico. Então nós temos que começar do zero, nós não podemos falar que o companheiro Geddel está fazendo as coisas corretas. É que quando nós resolvemos fazer a questão de levar a água do rio São Francisco para ajudar outros estados, nós estamos fazendo a maior recuperação que o rio São Francisco já teve na sua vida. Nós estamos plantando árvores em volta do rio, estamos fazendo tratamento de esgoto em cada cidade, na beira do rio, para que a água caia no rio limpa, na esperança de que ninguém mais venha a destruir.
Se esta cidade aqui, Prefeito, tem problema de esgoto direto no mar, e se Caravelas tem problema, você faça o favor, você e o Governador se entendam, façam um projeto, que nós vamos cuidar de fazer com que essa coisa seja melhorada. Porque não adianta um cidadão subir em um palanque, para dizer que é ambientalista, e ele é prefeito de uma cidade e está jogando o esgoto in natura dentro do rio, ou dentro do mar. Isso, nós temos que cuidar. A segunda coisa, a questão do aeroporto. Olhem, este aeroporto está desativado há dois anos. O Prefeito, de forma muito singela, disse que o meu avião poderia pousar aqui. Olhem, vou falar uma coisa para o Prefeito: nós não somos tão espertos, mas não somos tão burros.
Porque se os comandantes do avião dissessem que podia pousar aqui, eu não ia andar 45 quilômetros de volta, de helicóptero, para poder pegar o avião. É que do ponto de vista da Aeronáutica, é preciso fazer um rearranjo no aeroporto, porque o asfalto está soltando no aeroporto, e se você pousa em um aeroporto com pedregulho, um pedregulho pode entrar na turbina do avião e podem acontecer coisas desagradáveis. Então, é apenas por cuidado, e a gente vai, então... O Wagner já pediu, aqui, o Prefeito já pediu, a Aeronáutica já ofereceu o aeroporto para o Governador, mas o Governador, como um bom judeu, muito esperto, o Governador quer o aeroporto, mas ele quer que o governo federal ponha dinheiro para consertar o aeroporto.
Como esse galego é meu amigo há muitos anos, nós vamos consertar esse aeroporto, e vamos passar o aeroporto para o estado da Bahia, para ele nunca mais pedir o aeroporto. E também porque eu acho um desatino, um aeroporto importante como este, que quando você sai de Salvador para Porto Seguro... nós esperamos transformar Abrolhos em um grande centro de atração turística do mundo inteiro. Então, é importante que o aeroporto esteja funcionando. Eu vou ver se o Ministério do Geddel tem um dinheirinho para fazer uma “rapa do tacho” ali, viu? Pegar um pouco de dinheiro, e acho que nós vamos consertar.
Eu falei para o Wagner que quando chegar a Brasília, vou conversar com o ministro Jobim, vou conversar com o Comandante da Aeronáutica, para a gente fazer o projeto de [para] recuperar este aeroporto, até porque eu vim hoje a Abrolhos na intenção de ver uma baleia, e não vi nem... mas nem um bijupirá. Não vi nem uma tainha e nem uma sardinha. Aí me disseram que em agosto tem baleia até para a gente dar tchau. Eu já falei para ele que em agosto ou em setembro eu venho aqui, para que a gente possa ir a Abrolhos.
A questão do hospital. Essas coisas não funcionam assim: o prefeito pede e o hospital... Não. É preciso que tenha um projeto que justifique o Ministério da Saúde, junto com o governador – sempre em parceria – colocar dinheiro. Então, eu queria pedir: Prefeito, prepare o projeto do hospital, converse com o governador Jaques Wagner, porque é possível construir uma parceria entre o Ministério da Saúde, o governador do estado, e a gente fazer o hospital voltar a funcionar.
No mais, eu queria dizer para vocês... Deixem-me dizer uma coisa para vocês. Nós vamos levar pelo menos uma geração e meia – isso significa algumas... 20 anos ou 25 anos – para a gente consertar todo o estrago que foi feito em cinco séculos neste país. A gente não vai conseguir resolver todos os problemas em pouco tempo. Vocês vejam uma coisa.
Vocês vejam que nós criamos o piso salarial para os professores, e tem vários governadores entrando contra o governo federal, na Justiça, porque acham que pagar R$ 950 é muito. Então, nós entramos... Obviamente que não é o caso do companheiro Wagner, mas tem governadores entrando, nós vamos pegar eles na justiça. Nós aumentamos... nós diminuímos para criança entrar na escola a partir dos seis anos de idade, para que a criança pobre tenha o direito de aprender tanto quanto a criança de classe média, porque antes como era? O pobre entrava na escola com sete anos, a criança de classe média ia para a pré-escola com seis anos. Quando chegavam os dois na escola com sete anos, um já sabia escrever o nome, já sabia o que era uma borracha, e o outro entrava sem saber nada, aí diziam que o pobre era burro. Na verdade, não era burro, ele não tinha tido a oportunidade que o outro tem.
Segundo, só este ano, nós vamos inaugurar uma quantidade de escolas técnicas quase igual ao que foi feito em um século. O que foi feito no século XX – 140 escolas, desde 1909, construídas no Brasil... Eu só não posso dar o microfone de volta porque ele vai pedir mais alguma coisa. Desde 1909 até 2003, o Brasil tinha construído 140 escolas técnicas. Nós, só este ano, vamos inaugurar cem escolas técnicas, só este ano, e até 2010, nós vamos inaugurar 214 escolas técnicas. Nós já colocamos 535 mil jovens da periferia na universidade através do ProUni – jovens que não tinham nenhuma oportunidade na vida, nós colocamos na universidade. E o que é importante: 40% desses jovens são meninas, e meninas negras.
Segundo, nós estamos com o maior programa de juventude já feito neste país. Nós queremos atender a 4 milhões de jovens que deixaram de estudar, que já estão com 17 anos, e nós queremos trazê-los de volta para a escola, para ensinar para eles uma profissão. Porque se a gente não trouxer eles de volta para a escola, eles podem ser ganhos pelo crime organizado, pelo narcotráfico e vai sair muito mais caro para o Governo.
Por isso, companheiros e companheiras, eu que ainda tenho muitos compromissos em Brasília, queria dizer aos nossos pescadores, aos catadores de mariscos, aos catadores de caranguejo, que ensinem o Minc a catar um caranguejo para ele saber como um caranguejo funciona. Eu espero que vocês possam, da experiência, da conquista de vocês... Porque a Resex não é invenção do Governo Federal, a Resex é invenção deles, que pediram para nós para a gente preservar o direito de trabalho deles. Nós, veja... Nós não queremos fazer nada na marra. Eu sou um homem que aprendi a fazer as coisas dialogando. Eu prefiro perder um dia a mais, conversando, para encontrar uma solução, do que achar que, porque eu sou presidente, eu faço um decreto e está resolvido. Eu não faço assim. Eu prefiro perder algumas horas... Falei para o Minc agora: todas essas Resex, a gente, de tempos em tempos, vai ter que fazer uma revisão para saber se elas estão bem aproveitadas, se não estão, o que foi destruído. Também, se for necessário fazer mudanças, nós fazemos para adequá-las à realidade de cada momento.
No mais, companheiros e companheiras, eu queria dizer para vocês que eu nunca vi tanto carinho comigo como eu estou vendo aqui nesta Caravelas. Queria dizer para vocês o seguinte: nós vamos continuar... eu tenho mais um ano e meio de mandato. Tem muita coisa para fazer neste país. A única coisa que eu peço para vocês é o seguinte: tomem cuidado porque agora está chegando o ano eleitoral, e quando vai se aproximando o ano eleitoral, vocês vão vendo as pessoas começarem a aparecer na televisão como salvadores da pátria. Vocês viram o que fizeram comigo em 2005. Nós demos a resposta em 2006. O que incomoda os meus adversários, o que incomoda é eles saberem que, embora eu governe para todo o povo brasileiro, o que incomoda eles é que eu tenho um lado, e o meu lado é o povo trabalhador, é o povo mais pobre deste país. Então, isso incomoda profundamente eles, e nós vamos continuar firmes. No momento certo...
Vamos fazer uma coisa. No momento certo de conversar de [sobre] política, nós vamos conversar de [sobre] política. Agora é hora de conversar de [sobre] Resex, e é hora de conversar de [sobre] recuperar a economia brasileira o mais rápido possível, para a gente gerar a riqueza que precisamos gerar.
Companheiros, um abraço. Que Deus abençoe cada um de vocês, e até agosto, quando eu vier para ver as baleias em Abrolhos.
Sexta feira (5 de junho) o presidente Lula visitou Abrolhos, não pude estar a ilha durante sua visita, pos estava em caravelas porem soube que foi maravilhosa. A galera curtiu pra caramba e garanto que ele também. Em caravelas ele prometeu voltar pra ver as baleias durante seu discurso.
A cada três meses o navio atraca em abrolhos pra descarregar óleo, é de grande importância o óleo na ilha. Todos trabalham muito quando o navio chega. As vezes eles vão embora no mesmo dia as vezes permanecem na ilha por alguns dias, é onde amigos se reencontram, onde trabalham muitoo, e onde a ilha fica cheia Rs.
Com a transferência da capital da Colônia de Salvador para o Rio de Janeiro e, posteriormente, com a mudança da Corte Portuguesa para o Brasil, o trafego de navios por Abrolhos aumentou consideralvelmete. Para se tentar reduzir o crescente numero de naufrágios na região, decidiu-se construir um farol no topo da ilha de Santa Bárbara, a maior e mais notável do arquipélago.
Os primeiros lampejos do farol de Abrolhos foram produzidos pelo arranjo de 21 lâmpadas de Argand, cada qual posicionada à frente de um refletor prateado, formando um magnífico aparelho de sistema catoptrico. A lanterna, com armaduras e cúpula em bronze, ocupava o alto de uma torre cilíndrica, de ferro fundido, com 22 metros de altura. A torre e o casario metálico poiligonal destinado à moradia de faroleiros foram fabricadas por Mier & Maylor (Paris).
As condições de vida em Abrolhos sempre foram precárias, e as comunicações com o continente praticamente inexistiam. As visitas de embarcações de apio ocorriam apenas uma vez a cada trimestre. Em 1884, três dos quarto faroleiros da ilha morreram acometidos de beribéri, doença provocada pela carência de vitaminas. Provavelmente, nessa época, uma pequena grua existente na ilha de Santa Bárbara foi adaptada para servir como cemitério. Lá, encontram-se sepultados, alem de parentes de faroleiros, outros profissionais mortos em um incêndio ocorrido no paiol de combustíveis.
Em 1895,foi feita a encomenda de um aparelho luminoso dioptrico para Abrolhos, do mesoradiante, o segundo maior existente no Brasil. A montagem desse aparelho foi iniciada pelo mecânico da repartição de Faróis Alfredo Goupil, afastado por não ter resistido ao isolamento na ilha e enlouquecido. Graças ao desenhista Antonio Miranda da Encarnação, que assumiu os trabalhos, inauguração do novo farol ocorreu em 24 de abril de 1898.
Na década de 50, após dois longos anos de obras de engenharia, as condições de vida dos faroleiros melhoraram.
(Ney Dantas)
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Levantei esta manhã Sorri com o sol nascendo, Três passarinhos Pousaram na minha porta Cantando doces músicas De melodias puras e verdadeiras, Dizendo ("Esta é minha mensagem para você") Não se preocupe com isso Tudo vai estar bem. ( Bob marley )
Quando levanto de manhã e abro a janela do meu quarto, é como se a natureza dissesse assim pra mim: hoje é um lindo dia porque eu estou aqui, nada de tempestades e se uma passar por aqui agradeça, você aprenderá muito com ela. Hoje é um lindo dia então vá enfrente nada de solidão porque eu estou aqui. Bom dia!
Momentos de pura paz! quando paramos pra meditar aqui em Abrolhos sentimos a presença de Deus, agradecemos por este lindo paraíso, e por toda natureza, quando estou em Abrolhos procuro aproveitar o Maximo de tudo, todo mar, todo céu, terra, plantas, toda vida aqui, tudo, tudo mesmo. Esqueço de todos os problemas, de todas as coisas ruins que acontecem, esqueço tudo e me concentro apenas na natureza e nessa obra incrível de Deus.
Todos deveriam ter esses momentos, são esses momentos que transformam a gente, após a meditação nos sentimos leves prontos pra qualquer coisa, e prontos pra transmitir amor, alegria e Paz que é essencial nos dias de hoje.
O vôo da fragata, o canto da grazina, o estouro do mar com as pedras, o som suave do vento, tudo se transforma em melodia, uma linda melodia que jamais esquecerei. Obrigado senhor por tudo isso!
a parte dificil de morar na ilha é quando temos que fazer compras ,as compras chegam atraves de embarcações ou por telefone ou quando vamos ate caravelas ... A Marinha tem uma casa de transito pra todos que moram na ilha, a cada três meses temos que ir ate a cidade ficamos 10 dias em terra, tempo pra fazer compras resolver alguns probleminhas e curtir um pouco, a casa tem um espaço ate legal, é bem grande, geralmente 2 famílias ficam na casa os outros permanecem na ilha a casa é, agora, mobiliada ... Às vezes é bem estressante ficar nela não sei se é a casa ou os problemas que tornam a casa um caos, o tempo é curto, pra nós que não somos militares nem tanto, não temos a obrigação de voltar pra ilha podemos ficar mais um tempo em terra, mais para eles é bem curto pos precisam voltar.Quando estamos em caravelas fazemos compras não só para nós, compramos pra todos que estão na ilha também, a responsabilidade se torna maior geralmente ficamos bem estressados, nos acostumamos com o conforto da nossa casa e tranquilidade que abrolhos nos trás e quando temos que voltar pra terra, pra cidade nos perdemos em meio a tanta correria.
As vezes em dia de grandes ventanias ficamos sós literalmente sós, sentimos o quanto estamos isolados. O mar revolto e a falta de embarcações nos da a sensação de abandono, em dias de grandes ventanias sentimos a solidão o dia parece ser longo, logo vamos assistir um filme e pedir pra que esses dias passem logo, muita vezes ficamos sem internet e sem telefone a falta de comunicação torna-se ainda maior, hoje é um desses dias, la fora chove muito mas ainda temos contato em terra. A família passa a ser fundamental, nos conforta, sabemos que mesmo distantes de todos e de tudo ainda temos um colo, uma alivio,e uma sensação de segurança.
A Páscoa foi um dia especial em abrolhos, nos despedimos de turistas queridos, e logo após nos reunimos, um dia antes fora comemorado o aniversario da Berna,Ainda estávamos cansados da noite passada que tinha sido bastante divertida. As crianças tiveram a idéia de se pintarem de coelhinhos, foi lindo e logo adotamos a idéia também, a Hellen ficou responsável de fazer todo mundo virar coelhos RS.Foi mais uma data especial de pura união e paz!
Profissão repórter registrando nosso dia de beleza na ilha, as mulheres da ilha são muito vaidosas, sempre estão se cuidando!
Durante a estadia da equipe profissão repórter na ilha, ouve vários momentos bacanas, como a entrevista da Berna, nossa guarda parque, ela cuida do parque a vinte e um anos, sabe tudo sobre o arquipelalo de Abrolhos preserva esse paraíso com todo amor, o tempo que estou na ilha aprendi muito com ela e sei que ainda vou aprender muito mais, uma grande amiga que tem todo meu respeito e carinho a Berna é uma grande pessoa acho que sem ela seria muito mais difícil morar na ilha. Nos divertimos muito nas entrevistas adoramos conhecer a Thays e o Micael.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
A galera curtiu pra caraca o passeio em abrolhos, mas infelizmente tiveram que ir, nessa hora todo mundo fica meio tristinho é a hora da despedida, mas nada que um sorriso não resolva, o problema é que nos apegamos muito a quem chega em abrolhos, a despedida fica mais difícil mesmo que seja só um fim de semana, mais é desse fim de semana que crescem grandes amizades! Sinto saudades de todos e espero que retornem e que eu ainda esteja aqui RS
Do lado esquerdo Mauricio dono e capitão do SANUK, ele quem construiu aquele catamarã lindo,no meio meus “tios” Kassio e Mario, do lado direito de boné o capitão Dito do horizonte aberto, mais um catamarã de turismo, ao lado dele instrutor de mergulho e eu invadindo a fto RS
Abril foi um mês de festas em abrolhos, foram comemorações seguidas, primeiro a bela depois Hellen e por ultimo a berna, tivemos a companhia de pessoas maravilhosas, um mês de pura alegria, eu tive que estar na cidade, as compras estavam acabando, precisei ir e quando voltei , trouxe comigo turistas super bacanas, eles ficaram encantados com abrolhos, adoraram todo esse paraíso reconheceram a importância da preservação aqui. Eu peguei uma carona no SANUK um catamarã lindo. Esse catamarã está sempre por aqui trazendo a galerinha do turismo, eu já tinha vindo em outras embarcações de turismo, já tinha estado nele também fazendo palestra, mas nunca tinha navegado. Adorei toda a tripulação, sobre capitão não tenho o que dizer figuraçaaa super engraçado, foi uma ótima viagem!!
entre uma brincadeira e outra, pegamos o microfone da globo e a câmera, pra simularmos uma entrevista com o Mario RS, tudo foi registrado com fotografias e filmagens, a zuação rolou solta RS nos divertimos muito!
a festinha da Hellen também ficou marcada, muito bom curtimos pra caramba, a Hellen é linda de mais, tem uma presença incrivel é muito comunicativa, as vezes ate esquecemos que é uma criança RS
bom todo mês temos um carnaval aqui RS é uma forma de extravagar, de relaxar, estamos isolados de todos e de tudo, então precisamos da festa da carne de vez enquanto RS tudo para nós mesmo, viver aqui não é tão fácil, alias é bem difícil, mais quando somos uma família tudo da certo, recebemos a companhia de 2 pessoas maravilhosas o Fabio negrão, que já foi guarda parque temporário no IBAMA, hoje faz palestras nas embarcações e é instrutor de mergulho e pesquisador, o cara é o cara passa uma tranqüilidade no mergulho que ainda não vi igual, e a paulinha que está conosco a um mês veio à trabalho , pesquisadora , trabalha com moluscos, uma pessoa 10 gente finíssima , já tinha estado conosco então já é de casa RS
terça-feira, 14 de abril de 2009
conheci mais dois figuraças na ilha o Kassio e o Mario RS adoro os dois, as reuniões na ilha ficaram muito mais divertida com a presença deles, a marina esposa do Mario também é de mais, doida doida mas todos nós somos RS, o aniversario da Hellen também foi registrado pela equipe do profissão repórter, que alias, chegaram em ótimas datas RS é engraçado quando fazemos estas festas, a primeira preocupação é como vamos torna-las divertidas, nem sempre temos tanta gente na ilha, muitas vezes ficam apenas 4 famílias, o legal é que mesmo com apenas 4 famílias conseguimos organizar e arrebentar com as festinhas, com as crianças fica mais dificil pois são apenas 3, meu irmão Bruno e minhas vizinhas Hellen e Hevillen, mas o bacana é que os 3 se divertem muito bem, fora que todos nessas reunioes se tornam crianças rsrs passe um dia conosco e volte a ser criança e vou te contar que crianças loucas nos tornamos hauahuas
Tudo foi maravilhoso na festinha da bela, só que precisávamos guardar pique pro dia seguinte, mais um aniversario seria comemorado, dessa vez a bagunça era por conta da Hellen, filha do sargento Mario, figuraçaaa que chegou a 3 meses na ilha, o cara é simplesmente de mais, não da pra falar com ele sem rir RS
A galera que está na ilha é nova , e estou adorando todos eles, são pessoas alto astral e em uma ilha alto astral é indispensável .
Sobrou ate pro Micael ,câmera men do profissão repórter ,vestir a famosa sainha rsrs ele curtiu pracas como todos que chegam aqui , gostamos de receber e poder retribuir felicidades ,aprendemos muito com as pessoas que chegam em abrolhos uma passagem rápida e uma lembrança jamais esquecida , tanto para nós que moramos aqui quanto para os que se vão.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
uma vez em uma das nossa reuniões , eu fiz um guarda parque que acabava de chegar em abrolhos vestir uma sainha rsrs contei uma historia que tinha acontecido com meu pai , tricolor fanático , que após o jogo com a vitória do fluminense ele dançou ulaula rsrsrs logo depois achamos uma saia de carnaval da berna( guarda parque de abrolhos a 20 anos) e fizemos todos os militares vestirem e principalmente o felipe que acabava de chegar na ilha rsrs desde então essa sainha passou a ser usada por todos que chegam na ilha rsrs como tradição bem divertida rsrs alguns se recusam a usar, mas nada que uma boa caipirinha possa resolver hauahuas .
As pessoas que chegam em abrolhos ficam encantadas conosco. como vocês conseguem viver aqui? Sempre fazem esta pergunta , ficam encantadas com nossa alegria , ninguém aqui deixa a peteca cair rs todos ajudam uns aos outros e no final tudo da certo .
1861-1961 por delegação do diretor geral de hidrografia e navegação foi colocada esta placa pelo Nhi Canopus em comemoração ao 1º centenario do farol
Bem vindos !
Este blog foi criado para que todas as pessoas possam acompanhar a vida das famílias que abitam em abrolhos, todas aventuras, todas emoções, chegadas alegres e despedidas tristes de novos e velhos morados que a cada dia vem alegrando mais esse paraíso. Família abrolhos esse é o nome que esconho para o blog, perfeito pra descrever o que somos, somos uma família!
nas águas de Abrolhos.
Mussismilia braziliensis
Abrolhos
O litoral do Estado da Bahia é o mais extenso do país e, devido à existencia do Arquipélago dos Abrolhos, um dos mais perigosos à navegação. O arquipélago, constituído por cinco ilhas vulcânicas, muito pobres em vegetação, é circundado por uma magnífica colonia de corais que abrange uma aréa aproximada de 150 milhas quadradas, formando o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos. Localizado a cerca de 32 milhas náuticas do município de Caravelas, ao sul do estado, é considerado o maior cemiterio de navios do nosso litoral. Seus próprio nome Abrolhos, ja diz: "abra os olhos!". ( Ney Dantas )
Farol
Alcance luminoso: 51 milhas nauticas. Inaugurado em 8 de maio de 1861